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Posada San Bras :: Profile (593 views)
Status: HOMENAJE A LOS INMIGRANTES PORTUGUESES QUE AYUDARON A CONSTRUIR LA REPUBLICA ARGENTINA - Comment »
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Birthday

April 17

Location

Cordoba, Argentina

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Mostrar Portugal numa pousada argentina

ALEXANDRA MACHADO
DIREITOS RESERVADOS

Não conhece Portugal. Mas tenciona um dia visitar. Percebe tudo de português, mas a falar refugia-se na segurança do espanhol. Victor Lopes é um lusodescendente, como tantos outros. Mas na Argentina avança com um projecto único. Construir uma pousada-museu onde a temática predominante será Portugal.

Até pelo nome. A Pousada levará a designação de San Bras de Alportel, a espanholização da terra de onde os seus pais imigrarem nos anos 40 à procura de uma vida melhor. São Brás de Alportel, no Algarve, viu partir Maria Luísa Conceição Viegas e António Lopes, como então via partir tantos outros portugueses. A vida não era fácil, lembra Victor Lopes de ouvir contar os pais. Maria Luísa dedicava-se à costura e ao trabalho no campo. António era sapateiro e tocava saxofone, ofícios que manteve em Buenos Aires para onde imigraram. Foi aqui que tiveram os quatro filhos, entre os quais Victor Lopes que, aos 44 anos, embora não conheça a terra dos pais quer homenageá-los com uma pousada dedicada a Portugal. "Mas queríamos algo mais do que uma pousada", explicou, telefonicamente, ao DN Victor Lopes, explicando que é sua intenção "difundir a cultura portuguesa, a música, os costumes". Apesar desta iniciativa, lamenta não ter conseguido apoios por parte da Embaixada portuguesa ou do Instituto Camões. Não pediu dinheiro, assegura, queria apenas contributos para a parte museológica. Esses têm-lhe chegado dos particulares e de empresas. A Internet ajudou a divul- gar o projecto. Victor Lopes lembra o endereço (posadasanbras@hotmail.com) para quem o quiser contactar e mostra-se sempre disponível para dar informações sobre a Argentina. "Já tenho dado informações e mandam-me mails a perguntar coisas sobre a Argentina". Afinal, Victor Lopes está habituado a estas coisas do turismo, actividade em que trabalhou em Buenos Aires até decidir dedicar-se a tempo inteiro à pousada. Trabalhava na capital argentina, mas mudou-se para a Villa General Bergano, uma localidade turística com forte presença europeia, uma vez que albergou muitos alemães, suíços, austríacos. Portugueses, apenas cinco famílias.

As portas da pousada deverão abrir no final do ano, lá para Novembro ou Dezembro. São, ao todo, 10 quartos, ocupando a pousada um total de mil metros quadrados. Victor Lopes pensa pedir por cada noite 120 pesos argentinos (cerca de 30 euros). A decoração de cada quarto será dedicada a cada região portuguesa. Livros, revistas, artesanato, o inconfundível galo de Barcelos, uma guitarra portuguesa, discos, fotografias, pratos, cerâmica, azulejos, haverá de tudo nesta pousada-museu. Victor Lopes, entre pedidos para envios de "portugalidades", vai deixando o aviso que não quer artigos com valor comercial. O objectivo não é fazer negócio com o que lhe mandam.

A pousada acaba por ser a sua homenagem aos pais. A mãe tem mais de 80 anos e o pai faleceu há três anos. Victor Lopes não é casado, diz-se comprometido. Adora o fado e cita Cristina Branco, Mariza, Carlos do Carmo, ou na escrita José Luís Peixoto. Vê semelhanças no fado e no tango e lembra o projecto da cantora Karina Beorlegui: mistura os dois sons que diz serem "primos". Victor Lopes também mistura os dois sons. Tem dupla nacionalidade e por timidez prefere falar em espanhol, ainda que entenda tudo em português. "Em casa sempre se falou português".

http://dn.sapo.pt/2007/08/18/dngente/mostrar_portugal_numa_pousada_argent.html
http://ahoraportugal.blogspot.com/

Interests

As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudades
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir

Há gente que fica na história
da história da gente
e outras de quem nem o nome
lembramos ouvir

São emoções que dão vida
à saudade que trago
Aquelas que tive contigo
e acabei por perder

Há dias que marcam a alma
e a vida da gente
e aquele em que tu me deixaste
não posso esquecer

A chuva molhava-me o rosto
Gelado e cansado
As ruas que a cidade tinha
Já eu percorrera

Ai... meu choro de moça perdida
gritava à cidade
que o fogo do amor sob chuva
há instantes morrera

A chuva ouviu e calou
meu segredo à cidade
E eis que ela bate no vidro
Trazendo a saudade
 

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El veterano cineasta portugués recibe en el Festival de Cannes un homenaje al conjunto de su carrera.

El decano de los cineastas, el portugués Manoel de Oliveira, que cumplirá cien años en diciembre, ha sido homenajeado en el Festival de Cannes, que le otorgó una Palma de Oro por toda su carrera, la primera que recibe, en presencia de los miembros del jurado y de Clint Eastwood. Oliveira recibió la Palma de manos del francés Michel Piccoli, uno de sus actores favoritos.

"Estoy muy emocionado por esta Palma de Oro que recibo finalmente", declaró maliciosamente el cineasta, provocando la risa de los asistentes.

Oliveira obtuvo el Premio del Jurado en 1999 por La carta y el Premio de la Crítica Internacional en 1997 por Viaje al principio del mundo, pero Cannes no coronó nunca con la Palma de Oro ninguna de sus películas. "Aprecio enormemente recibirla de esta manera, porque no me gusta la competición con mis colegas. Es la mejor manera de recibir un premio", agregó.

Considerado el decano de los cineastas en actividad, Oliveira nació el 12 de diciembre de 1908 en Oporto, y él mismo se considera el último superviviente de los "buenos viejos tiempos del cine mudo".

El cineasta portugués fue calurosamente aplaudido al entrar en la sala, al igual que el actor y director norteamericano Clint Eastwood. Los miembros del jurado del Festival, que preside Sean Penn, asistieron también a la ceremonia.

El homenaje empezó con la proyección de un cortometraje realizado por el presidente del Festival, Gilles Jacob, y titulado Un día en la vida de Manoel de Oliveira. Jacob afirmó que esta Palma de Oro no laurea "la antigüedad, sino la estima".

"Aquí estamos en mis cien años, 78 de ellos consagrados a esta pasión que nos une a todos aquí: el cine". "Yo crecí a lo largo de un siglo con el cine, y hoy sé que fue el cine el que me hizo crecer", dijo el cineasta, antes de lanzar un "¡Viva el cine!".

El homenaje concluyó con la proyección de la primera obra de Oliveira, Duero, tarea fluvial, realizada en 1931.

http://www.madragoafilmes.pt/manoeloliveira/

19 /05 / 08
 

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