Filme brilhante... Quem já não pensou onde fica o limiar da sanidade e, quando ultrapassado, se se encontra num mundo distante do real, onde o imaginário da loucura impera...
Por vezes procuro resposta sem nunca a encontrar. Não há como saber o limite da nossa mente e das suas capacidades, bem como é impossível limitar a loucura da ideia mais brilhante do dia... Loucura para os outros? Ideia para mim? Impossível provar...
Como saber se, quando a caneta rasga a folha de papel, na última linha livre de um caderno repleto de ideias, ultrapassou o limite compreendido em sociedade pela sanidade? Como saber, qual a última linha do caderno a ser preenchida, por muito que a mente nos peça outra folha em branco para prolongar o seu imensurável trabalho?
Como justificar uma pronta resposta a uma pergunta alheia a toda a minha área de acção, trabalho e estudo académico, sem recebermos um olhar de estranheza... inquietante a qualquer sujeito que se atreva... Antes o silêncio?... Seria loucura se falásse?...
Então, procura-se o velho caderno... Acrescenta-se uma página solta, por vezes sem linhas... Mas o que importa?... Naquele momento, apenas meu e de mais ninguém, apenas a resposta...
qq coisa, apita.
BEIJAO