About Me
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Eu...
...nasci no memorável ano de 1968, no local de onde provem 95% dos lisboetas (a maternidade Alfredo Costa). Adoro a minha cidade, especialmente a zona da Baixa e do Castelo. Ao fim destes anos todos continuo a morar e a trabalhar por cá. Não me imagino noutro sítio!!!
Fui aluna de letras mas trabalho em contabilidade, não gosto de praia mas adoro a nostalgia mágica de Sintra (especialmente a Quinta da Regaleira).
Homens perfeitos não existem, embora o meu (AMO-TE MTO, ANTÓNIO TAVARES) esteja muito próximo disso! (OBGDA AMOR, POR TORNARES OS MEUS DIAS MAIS BONITOS!!!)
Uma grande almoçarada para mim é sinonimo de grão com mão de vaca ou uma alheira cozinhada á moda da minha avó.
Musicalmente falando, a minha onda é “pesada” com bandas de culto que põem os cabelos em pé ao comum dos mortais. Sou conterrânea (saudades da Brandoa!!) e fã incondicional dos MOONSPELL!!!
E foi através deles que cheguei aquele que é hoje o meu escritor favorito, de quem já li quase tudo - José Luis Peixoto.
Gostaria um dia de visitar a Antárctida… Quem sabe ...!!!!
"Há sem dúvida quem ame o infinito, Há sem dúvida quem deseje o impossível, Há sem dúvida quem não queira nada - Três tipos de idealistas, e eu nenhum deles: Porque eu amo infinitamente o finito, Porque eu desejo impossivelmente o possível, Porque eu quero tudo, ou um pouco mais, se puder ser, Ou até se não puder ser..." (Alvaro de Campos)
Recomeça ... Se puderes, E os passos que deres, Nesse caminho duro do futuro, Dá-os em liberdade Enquanto não alcances, Não descanses. De nenhum fruto queiras só metade. (Miguel Torga)
BRANDOA, SECOND SKIN...
Abandonamos fisicamente o lugar onde crescemos mas ele continua a deitar-se connosco. Por dentro. Do avesso. Mesmo na distância, ouvimos-lhe a voz. Trazemos na pele a marca dos dias por que passámos. Das ruas que atravessámos na eminência do atropelo. Dos campos onde jogámos à bola e às escondidas. Das árvores por onde queríamos escapar ao anoitecer. Desejámos tantas vezes que o sol não se escondesse. Queríamos dormir fora das casas onde os nossos pais nos esperavam à mesa do jantar. As janelas abriam-se sobre a cidade distante. Ali, ao alcance do corpo, campos de trigo e de papoilas onde nos deitávamos nas tardes de verão. Eu queria vestir manga curta quando vinham os primeiros raios de sol quentes da primavera. A minha mãe não deixava. Eu queria misturar-me com os outros na dança das brincadeiras de rua quando ainda havia lama nos sapatos se chovia. Quando ainda nos ríamos e desenhávamos a giz jogos no chão. O nosso bairro ficava na rota dos aviões e, nos bancos de escola, quem tinha orelhas grandes era obrigado a baixar a cabeça quando algum passava a rasgar o sossego. Eu não sabia que crescer tinha que ser abandonar essas ruas e perder o corpo pelas outras que se avistavam ao longe das janelas. Eu não sabia que me iriam custar tanto os regressos. E quando li este poema o tempo fez-se de novo lá atrás. E só quem lá esteve entenderá. (Fernando Ribeiro)
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Interests
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Musica : Metal, nos bons e nos maus momentos!!
Livros : meus companheiros inseparáveis!!
Fotografia : ainda hei-de arranjar tempo para fazer um curso !!
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Favorite TV Shows
Gato Fedorento (for ever!!!) Conta-me como foi, CSI, Dr.House
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Favorite Books
Feridas Essencias, Como escavar um abismo, Diálogo de Vultos (Fernando Ribeiro)
Uma Casa na Escuridão, Cemitério de Pianos, Morreste-me, Nenhum Olhar, Hoje Não, Antídoto, Cal, Gaveta de Papeis (José Luis Peixoto)
Sombra do Vento (Carlos Ruiz Zafon)
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Favorite Quote
For those that love me no explanation is necessary... For those who don't none is possible...
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St. Agostinho