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andresilva_525@hotmail.com
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" Aquele que vence os outros é forte; o que se vence a si próprio é verdadeiramente possante." - Hsing-ssu
" Não há maior perigo do que o de subestimar o inimigo. Subestimar o inimigo é quase perder o seu tesouro. Quando dois adversários de igual força se defrontam , o que sofre por ter de combater será¡ o vencedor." - Ma-tsu
" Se um homem não dominar o seu medo não passará nunca de escravo de um tirano." - Lao Tseu
"A desonra é como uma cicatriz no casco de uma árvore, com o tempo, longe de se apagar só tende a crescer." - Bushido
"O maior adversário não é o oponente mas sim nós mesmos!"
"Nossas necessidades são poucas. Mas nossas carências aumentam com as nossas posses". - proverbio chines
"A mente tem o passo ligeiro, mas o coração vai mais longe"
" Pouca força é necessária para muito se conseguir." - Tu Mu
Pensa como pensam os sábios, mas fala como falam as pessoas simples.
Se os teus projectos forem para um ano, semeia o grão. Se forem para dez anos, planta uma árvore. Se forem para cem anos, instrui o povo.
O homem que sabe não fala; o homem que fala não sabe.
A viagem mais importante que podemos fazer na vida é encontrar pessoas pelo caminho.
A paz vem de dentro de ti próprio, não a procures à tua volta
Não há que ser forte. Há que ser flexivel.
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Journal
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Em Portugal a estação do verão é marcada por três acontecimentos trágicos: os fogos nas florestas, as férias das crianças e os convites para casamentos. Embora não esteja a ver remédio para nenhum deles, confesso que o que mais me incomoda é a cena dos casamentos. Anda um gajo o ano todo a sonhar com uns fins de semana tranquilos ao sol, agarrado a uma imperiais e a galar umas míudas, para a coisa ser estragada pela seca monumental de passar um dia inteirinho a suar em bica, enfiado num fato, a aturar as maiores idiotices e a empanturrar-se com arroz de pato e espumante rasca. Já não basta a dor de alma que é ver o balúrdio de dinheiro atirado à rua numa única tarde, consumido em vestidos sem mais utilidade e em banquetes para que se convidam os gajos de quem não se gosta. Mas, enfim, isso só diz respeito aos promotores do evento, que apesar de tudo sempre têm a alegria de se verem livres da filha, que já estava a ficar meio encalhada. Agora o que é mesmo duro é o papel reservado aos convidados, que no fundo não têm nada a ganhar com aquela história e que são sujeitos às maiores sevícias. A coisa começa uns meses antes com a recepção do convite. Na altura, nem damos grande importância à coisa, e atiramos o papel para o cesto das facturas. É já em cima do acontecimento que nos damos conta de que nos lixaram o programa que tínhamos já arquitectado para nos alambazarmos um fim-de-semana inteirinho com aquela miúda boazona que tínhamos acabado de sacar. Segue-se o romance do presente, em que ficamos sempre a achar que o valor desembolsado fica muito acima do que tínhamos imaginado. Ainda por cima, com esta história das listas fica muito prejudicada a possibilidade de despacharmos as jarras horrorosas que nos deram no Natal e também não podemos fazer figura de pelintras e escolher uma frigideira ou um paliteiro.
Mas o maior suplício é mesmo a dita festa. Depois da seca da igreja somos atirados para uma mesa de desconhecidos vestidos de idiotas com quem somos obrigados a repartir o pão e a garrafa de vinho e a suportar o odor a suor que lhes começa a escorrer pelos sovacos. E a coisa prolonga-se por horas a fio, com interlúdios entre cada prato onde rapidamente se esgota qualquer conversa de circunstância. O único atractivo é que à medida que as garrafas esvaziam aumenta a descontracção do pessoal e ainda antes da sobremesa já temos uns relatos pitorescos sobre o passado da noiva, que não imaginávamos quando a olhámos embrulhada naquele vestido. A coisa termina sempre com uma corja de bêbedos vestidos de fraque a contarem anedotas porcas antes de vomitarem para cima das velhinhas que por ali se arrastam. Um completo pesadelo.
A única forma positiva de vencer a provação é ir com a ideia firme de sair com barriga cheia. Tomamos de ponta uma menina vaporosa e ao anoitecer levamos a pequena a dar uma volta para ver os lírios do campo. O álcool e o ambiente propício ao acasalamento das espécies faz o resto. E sempre se recupera a parte do investimento da prenda!
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tud bem???
passei para te deixar um beijinho, ja a imenso tempo k nao te vejo! ja estou com saudades...
bjinhos ate breve!!!