Quinta, 9 Novembro 2007
Não o importa o sentimento. O que importa é sentir. Traduzir o coração em palavras e não deixá-las na boca, pedindo para sair. Mesmo loucas, estas palavras estão vivas. Mostram o que sou. O que vivi. Uma streap-tease da alma, com todas as particularidades que isso possa vir a mostrar. Afinal, vida é para ser vivida. E depois traduzida. Para eternizar com palavras a fugacidade do coração.