bem n te babes né?? vou ser um cadino.ou melhor assim muito melosa..lol...tu sabes...adoro ti....es a mh maninha linda, a mh minina..so mh..lol..;P..ponto ta bem do teu maridao tb..beijinhusss dakeles e um xi bem gande e godo
Ultimamente, os documentarios sobre a vida animal que mais interesse me despertam na televisao sao as Noticias em horario nobre!...
Apreciacao deveras interessante feita ao horário nobre,donde,também,nos e permitido ver um desfile imparável de mediocridades,de vaidosos,pretensiosos,imbecis.Mas o Mundo esta ai e devemos disfruta-lo da melhor maneira possível. Deixo-te um fragmento de um texto de um pensador Indiano, muito interessante, e que lido com muita atencao,certamente nos dará pistas para compreender melhor o nosso irmão do lado,quem sabe ate nos ajude a ser mais tolerantes e mais bondosos,mais humildes e mais sinceros.
Eis o texto:
Estou convencido que o Homem colectivo ainda nao atingiu o patamar da inteligencia, o podio da auto-consciencia, e na melhor das hipoteses, os grupos mais evoluidos ainda andam empoleirados nas Selvas Cosmopolitas como os macacos nas arvores!...
O comportamento dos grupos humanos tem as mesmas estrategias dos predadores e das presas: quando no mundo animal uma alcateia de lobos faz uma OPA hostil sobre um rebanho de ovelhas, na selva humana um grupo economico forte segue o mesmo instinto de sobrevivencia devorando um grupo economico fraco!
Um homem - que pode ser muito inteligente como individuo, muito competente e com principios morais solidos - quando se aperta no meio de uma bancada de adeptos de futebol vai facilmente na onda dos insultos a familia do arbitro, ou quando e eleito para uma assembleia deixa-se encarneirar num apice!...
O mestre Osho ilumina-nos bem este paradoxo existencial do homem, neste excerto:
'Tres palavras tem de ser compreendidas: o colectivo, o individual e o universal. O individuo esta no meio, o colectivo esta abaixo do individuo, e o universal esta acima do individuo. Se o individuo se torna parte da colectividade, ele perde algo, ele nao mais esta consciente como estava antes, ele nao mais esta alerta. Eis por que numa multidao voce nao e mais tao responsavel quanto voce era quando estava sozinho. Uma multidao pode cometer grandes pecados. Numa multidao, voce nao sente responsabilidade. O colectivo e mais baixo do que o individuo – todos os grandes pecados da historia podem ser atribuidos ao colectivo. O individuo e muito melhor do que o colectivo.
Voce ve uma turba queimando um templo hindu ou uma mesquita muculmana. Se voce pegar cada individuo da turba e perguntar, ele dira: 'Eu realmente não queria fazer aquilo, mas outras pessoas estavam fazendo e eu estava apenas parado ali; entao, eu entrei naquilo.'. Nenhum muculmano individualmente sera capaz de dizer de peito aberto que ele fez uma grande coisa, um trabalho e tanto, algo religioso ao queimar um templo hindu. E nenhum hindu dira que fez uma grande coisa ao matar um muculmano ou ao queimar uma mesquita.
Voce tambem pode ter sentido isso. Em uma multidao voce se torna mais baixo do que comumente voce e. Em uma multidao, voce se torna mais servil, voce se torna mais baixo: voce fica mais animal do que humano. O colectivo e animal, o individuo e humano e o universal e divino. Quando uma pessoa entra na meditacao, ela nao se torna parte do colectivo, ela se torna dissolvida no universal que e um ponto mais alto do que o proprio individuo.'
Victor Hugo 26 de fevereiro de 1802 em Besancon - 22 de maio de 1885, Paris foi talvez o maior de entre os escritores e poetas franceses, autor de Les Miserables e de Notre-Dame de Paris, entre diversas outras obras. Filho de Joseph Hugo e de Sophie Trebuchet, nasceu em Besançon, no Doubs, mas passou a infancia em París. Estadias em Napoles e na Espanha acabaram por influenciar profundamente sua obra. Funda com os seus irmaos em 1819 uma revista, o Conservateur litteraire Conservador literario, que ja chama a atençao para o seu talento. No mesmo ano, ganha o concurso da Academie des Jeux Floraux. O seu primeiro recolhimento de poemas, Odes, e publicado em 1822: tem entao vinte anos. Mas e com Cromwell, publicado em 1827, que alcancara o sucesso. No prefacio deste drama, opoe-se as convencoes classicas, em especial a unidade de tempo e a unidade de lugar. Tem, ate uma idade avancada, diversas amantes, sendo a mais famosa Juliette Drouet, atriz sem talento que lhe dedica a sua vida, e a quem ele escreve numerosos poemas. Ambos passavam juntos o aniversario do seu encontro e preenchiam, nesta ocasiao, ano apos ano, um caderno comum que nomeavam o Livro do aniversario. Criado por sua mae no espirito da monarquia, acaba por se convencer, pouco a pouco, do interesse da democracia "Cresci", escreve num poema onde se justifica. A sua ideia e que "onde o conhecimento esta apenas num homem, a monarquia se impoe." Onde esta num grupo de homens, deve fazer lugar a aristocracia. E quando todos tem acesso as luzes do saber, entao vem o tempo da democracia".
E ele! O sonhador! Vagueia o poeta pelos campos: admira, Adora; ouve dentro de si mesmo uma lira. E ao ve-lo chegar, as flores, todas as flores, As que dos rubis empalidecem as cores, As que dos pavoes deixam as caudas ofuscadas, As florezinhas azuis, as florezinhas douradas Tomam para o acolher, nos seus ramos agitados, Arzinhos humildes, ou grandes ares afectados, E, familiarmente, porque fica bem as belas: «Olha! E o nosso amado que passa!», dizem elas. E, cheias de luz e de sombra, com vozes inquietas, As arvores gigantescas que vivem nas florestas, Todas essas velhinhas, as tilias, os aceres, os teixos, Os carvalhos venerandos, os enrugados freixos. O olmo de negra ramagem, que o musgo entorpece, Como os ulemas fazem quando o mufti aparece, Saudam-no com grandes venias, curvando para a terra As cabecas de folhagem e as suas barbas de hera, E vendo na sua fronte um sereno esplendor, Murmuram muito baixinho: E ele! O sonhador!
ha pessoas fantasticas n ha???lol...ha poucas mas existem..sao akelas k passam ,ficam,e k com o passar do tempo vao faxendo cada vex maiis parte de nos....sim...es tu seu postal..a n te babes ok..lolada...beijao godo e gande
Escrevo-lhe hoje por uma necessidade sentimental - uma ânsia aflita de falar consigo. Como de aqui se depreende, eu nada tenho a dizer-lhe. Só isto - que estou hoje no fundo de uma depressão sem fundo. O absurdo da frase falará por mim. Estou num daqueles dias em que nunca tive futuro. Há só um presente imóvel com um muro de angústia em torno. A margem de lá do rio nunca, enquanto é a de lá, é a de cá; e é esta a razão íntima de todo o meu sofrimento. Há barcos para muitos portos, mas nenhum para a vida não doer, nem há desembarque onde se esqueca. Tudo isto aconteceu há muito tempo, mas a minha mágoa é mais antiga. Em dias da alma como hoje eu sinto bem, em toda a minha consciência do meu corpo, que sou a crianca triste em quem a vida bateu. Puseram-me a um canto de onde se ouve brincar. Sinto nas mãos o brinquedo partido que me deram por uma ironia de lata. Hoje, dia catorze de Marco, às nove horas e dez da noite, a minha vida sabe a valer isto. No jardim que entrevejo pelas janela caladas do meu sequestro, atiraram com todos os baloucos para cima dos ramos de onde pendem; estão enrolados muito alto; e assim nem a ideia de mim fugido pode, na minha imaginacão, ter baloucos para esquecer a hora. Pouco mais ou menos isto, mas sem estilo, é o meu estado de alma neste momento. Como à veladora do "Marinheiro" ardem-me os olhos, de ter pensado em chorar. Dói-me a vida aos poucos, a goles, por interstícios. Tudo isto está impresso em tipo muito pequeno num livro com a brochura a descoser-se. Se eu não estivesse escrevendo a você, teria que lhe jurar que esta carta é sincera, e que as coisas de nexo histérico que aí vão saíram espontâneas do que me sinto. Mas você sentirá bem que esta tragédia irrepresentável é de uma realidade de cabide ou de chávena - chia de aqui e de agora, e passando-se na minha alma como o verde nas folhas. Foi por isto que o Príncipe não reinou. Esta frase é inteiramente absurda. Mas neste momento sinto que as frases absurdas dão uma grande vontade de chorar. Pode ser que, se não deitar hoje esta carta no correio amanha, relendo-a, me demore a copiá-la à máquina, para inserir frases e esgares dela no "Livro do Desassossego". Mas isso nada roubará à sinceridade com que a escrevo, nem à dolorosa inevitabilidade com que a sinto. As últimas notícias são estas. Há também o estado de guerra com a Alemanha, mas já antes disso a dor fazia sofrer. Do outro lado da Vida, isto deve ser a legenda duma caricatura casual. Isto não é bem a loucura, mas a loucura deve dar um abandono ao com que se sofre, um gozo astucioso dos solavancos da alma, não muito diferentes destes. De que cor será sentir? Milhares de abracos do seu, sempre muito seu,
EU NAO TE TENHO AMOR SIMPLESMENTE.A PAIXAO EM MIM NAO E AMOR,FILHA,E ADORACO! NEM SE FALA EM VOZ BAIXA A IMAGEM QUE SE ADORA. QUANDO DA MINHA NOITE EU TE COMTEMPLO,AURORA, E,ESTRELA DA MANHA,UM BEIJO TEU PERPASSA EM MEUS LABIOS,OH! QUANDO ESSA INFINITA GRACA DO TEU PIEDOSO OLHAR ME INUNDA,NESSE INSTANTE EU SINTO—VIRGEM LINDA,INEFAVEL,RADIANTE, ENVOLTA NUN CLARAO BALSAMICO DE LUA, A MINHA ALMA A AJOELHAR,TREMULA,AOS PES DA TUA! ADORO-TE!...NAO ES SO GRACIOSA,ES BONDOSA: ALEM DE BELA ES SANTA;ALEM DE ESTRELA ES ROSA. BENDITO SEJA O DEUS,BENDITA A PROVIDENCIA QUE DEU O LIRIO AO MONTE E A TUA ALMA A INOCENCIA, O DEUS QUE TE CRIOU,ANJO,PARA EU TE AMAR, E FEZ DO MESMO AZUL O CEU E O TEU OLHAR!...
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