About Me
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AO OBREIRO DA PÁTRIA, ETERNA SAUDADE.
DEUS, PATRIA E FAMÍLIA
POIS DEVIA TER ACABADO COM ELES, AINDA CÁ ANDAM ALGUMAS CORJAS A DESGRAÇAR E A DESTRUIR, O QUE FOI CONSTRUIDO AO LONGO DOS SÉCULOS.
SOBRE MIM:
1962 - AINDA NÃO TINHA NASCIDO 1963 - NASCI EM LAMEGO 1966 - MOÇAMBIQUE/LOURENÇO MARQUES 1975 - ÁFRICA DO SUL/GERMINSTON 1977 - LISBOA 1978 - LAMEGO 1984 - LISBOA 1991 - ITÁLIA 1999 - ANGOLA 2007 - KOSOVO
ESTA É A DITOSA PÁTRIA MINHA AMADA
1984 A 1985 - REGIMENTO DE COMANDOS 1985 A 1987 - ESE E EPI 1987 A 1991 - BIMec 1991 A 1994 - CIOE 1994 A 2002 - BAS/BrigMec 2002 A 2005 - BCS/CMSM 2005 A ???? - 2º BIMec/BrigMec
AGO99 A OUT00 - MISSÃO EM ANGOLA/COOPERAÇÃO TÉCNICO-MILITAR MAR07 A SET07 - MISSÃO KOSOVO/APOIO Á PAZ
- CLÃ DOS ELEITOS, IMORTAIS QUE USAM RELÓGIO NO PULSO DIRETO ( EU EHEHEHEHEH); - OUVIR MÚSICA CLÁSSICA SENTADO NA PRAIA DE MADRUGADA, COM UMA BJECA OU MAIS; - SOU A FAVOR DO IMPOSTO SOBRE O OXIGÉNIO QUE SE RESPIRA ( ALGUNS QUE CÁ ANDAM ESTAVAM NA MISÉRIA); - POR FAVOR/PLEASE NÃO ME ELIMINEM O HI5, DEMOROU TANTO A CONSTRUIR ISTO, QUE ERA CAPAZ DE CORTAR OS PULSOS. - NÃO TENHO O TEMPO QUE DESEJAVA PARA ENVIAR COMENTÁRIOS A TODOS OS AMIGOS DO HI5, MAS DE VEZ EM QUANDO MANDO NÃO É??? AHHHH POIS É... E OUTROS NUNCA ME ENVIARAM NADA, UM DIA DESTES SERÃO JULGADOS PELO SUPREMO TRIBUNAL DO HI5, POR FALTA DE AMIZADE. - TENHO ORGULHO EM SER RETORNADO (PARA ALGUNS DA GERAÇÃO MORANGOS COM AÇUCAR,NEM SABEM O QUE É ISSO); - QUERIA PASSAR UMA TEMPORADA NO PLANETA JÚPITER COM UMA PLANTAÇÃO DE CANABIS; - QUE UM FILHO DA ANGELINA JOLIE FOSSE PARECIDO COMIGO;
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Interests
 -NÓS POVO LUSITANO
Os Lusitanos e os Celtiberos são as duas grandes nações hispânicas de origem continental.
No entanto, aparentemente nunca se fundiram, e parecem corresponder até a duas diferentes vagas da migração indo-europeia (aos Lusitanos corresponde a mais antiga, aos Celtiberos, a mais recente).
É por isso provável, que estes Celtas se tenham expandido para ocidente ao serem escorraçados pelos Celtiberos (na sua retaguarda), e ao encontrarem a poderosa nação dos Lusitanos, se tenham dirigido para as regiões meridionais.
O povo lusitano vivia da pastorícia, da pesca, da agricultura e da mineração.
A região situada entre o rio Tejo e o Douro, particularmente a parte correspondente ao território português, era o território dos Lusitanos.
Alguns autores defendem que é incorrecto defender qualquer relação directa entre este povo e os actuais portugueses, ou entre o seu território e as actuais fronteiras de Portugal.
Esta região é frequentemente denominada por Lusitânia pelos autores greco-latinos. No entanto, esta designação é um pouco ambígua, uma vez que todos eles escreveram numa época em que a província romana com o mesmo nome era já uma realidade.
Os autores clássicos referiam-se assim à província romana com o mesmo nome, e não ao território ancestral ocupado por este povo.
Particularmente sintomático, é o facto de todos os textos clássicos nos transmitirem uma imagem de heterogeneidade cultural existente naquela região.
Segundo Plínio, a zona litoral desta região era ocupada pelos Túrdulos e pelos Celtas, havendo no entanto regiões sob o domínio de cidades como Talábriga, Conímbriga, Cólipo e Olísipo, sendo as zonas interiores ocupadas pelos Lusitanos.
Finalmente, na extremidade ocidental da meseta hispânica (desde Ávila até à raia portuguesa), habitavam os Vetões.
Havia grandes afinidades entre os Vetões e os Lusitanos (ambos povos indo-europeus), enquanto os Túrdulos eram essencialmente povos mediterrânicos.
A localização excêntrica de populações Túrdulas e Célticas deve-se a uma expedição c descrita por Estrabão, que após inúmeras desventuras (entre as quais a morte de um chefe) se dispersou, ficando os Túrdulos entre o rio Douro e o Vouga, e os Celtas com a Galiza.
A maior entidade étnica que habitava a região de Entre-Tejo-e-Douro era a lusitana.
O que conhecemos dos Lusitanos baseia-se sobretudo nos textos clássicos. O historiador português do séc. XIX Alexandre Herculano, considerava os lusitanos como um povo céltico, mas isso é provavelmente falso.
Os textos clássicos dizem-nos que este povo era claramente distinto dos povos célticos que habitavam mais a sul. Martins Sarmento pretendeu afiliar os Lusitanos com os Lígures ou Líguses (Ligusitani -> Lusitani), mas essa hipótese não é aceite pelos especialistas.
Outro dado a ter em conta, é a denominação no poema de Rufio Avieno (que relata as aventuras de um navegador grego do séc. VI a.C.), de um povo chamado Lusis ou Lysis.
Os Lusitanos eram provavelmente um povo celtibérico, de etnia maioritariamente ibérica, algo mediterranizada nas cidades do litoral.
O seu território ultrapassava a norte o rio Douro fazendo o seu território vizinhança com o dos Artábros (na Galiza) e com o dos Gróvios (na região do Douro). A sul do Tejo, o território Lusitano prolongava-se pelo noroeste alentejano, fazendo fronteira com as terras dos Celtas e dos Túrdulos do Algarve.
Os Lusitanos, conseguiram no entanto, romper o cerco que lhes era imposto pelas cidades costeiras e pelas tribos vizinhas, vindo a dominar toda a região marítima que vai do rio Tejo ao mar da Cantábria, tornando-se, segundo Estrabão, "na mais forte das nações ibéricas".
Só os Celtas do Alentejo se conseguiram opor à anexação talvez por possuírem importantes minas de cobre, que lhes asseguravam a compra de armamento capaz de suster a ofensiva lusitana.
A vitória dos Lusitanos representa o triunfo da civilização agrária sobre a civilização mais mediterranizada dos Túrdulos. A zona costeira recém conquistada, mais do que um local de contacto com as potências mediterrânicas (cidades como Olísipo – Lisboa ou Caetóbriga nunca perderam a sua importância como centros de comércio), assegurava a segurança do seu domínio interior.
Através dos textos de Estrabão, sabemos que a Lusitânia era rica em ouro, chumbo, estanho, e que os habitantes praticavam uma vida agro-pastoril, que alternavam com os períodos de guerra com os vizinhos.
Tito Lívio afirma que os Lusitanos fizeram parte do exército mercenário de Aníbal que invadiu a Itália.
Os guerreiros Lusitanos usavam um pequeno escudo redondo suspenso ao pescoço, couraças de linho, capacetes de couro, uma adaga ou punhal curto, e uma lança comprida com ponta de bronze
Os Lusitanos, informa ainda Estrabão, eram sóbrios e frugais, bebendo só água, cerveja de cevada e leite de cabra. Usavam manteiga em vez de azeite, e alimentavam-se de pão, da carne dos seus rebanhos, e do que pescavam. Dormiam deitados no chão, usavam cabelos compridos como as mulheres, untavam-se com azeite e celebravam vários jogos de destreza física. Os homens vestiam-se com lã preta ou com peles de cabra. Sabemos também que os criminosos condenados à morte eram despenhados de precipícios.
Foram encontradas várias estátuas rudes em pedra, de javalis, porcos, touros e carneiros às quais são atribuídas funções religiosas.
As mais extraordinárias manifestações da cultura Lusitana conhecidas até à data, são as 3 inscrições rupestres em caracteres latinos, mas reproduzindo uma língua desconhecida. Estas inscrições estavam relacionadas com a prática de sacrifícios. Basicamente, sacrificavam-se 5 espécies animais: a cabra, a ovelha, o touro, o cavalo, e o homem. Só excepcionalmente os Lusitanos sacrificavam os dois últimos, utilizando prisioneiros de guerra para esse processo.
As divindades Lusitanas teriam essencialmente 3 funções:
- Divindades de poderes infinitos (justiça, bem, mal)
- Guerra (bravura, força física)
- Fecundidade e bem-estar
Nas regiões controladas por Lusitanos e Vetões, os campos eram comunitários (embora o gado não o fosse). Estas populações praticavam a troca directa e seriam governadas por chefias militares, eleitas pelas suas capacidades - força física, uso das armas, sagacidade, capacidades oratórias, etc.
As células básicas da sociedade seriam a família alargada (o clã) formada por um conjunto de famílias (núcleos) ligados por parentesco.
Tanto quanto sabemos, a estrutura social Lusitana estava a entrar em ruptura na época que precedeu a invasão romana.
As formas e vida mudavam consoante as tribos e as regiões. Plínio deixou-nos referências acerca de cidades Lusitanas como Talábriga (Águeda), Aeminium (Coimbra), Conímbriga (próximo da anterior), Cólipo (junto a Leiria), e Olísipo (Lisboa, particularmente no morro do castelo de S. Jorge), Móron, Scallabis (Santarém) e Sellium (Tomar).
As informações que Plínio nos deixa levam-nos a concluir que havia assim duas Lusitânias: uma predominantemente litoral e mediterrânica (ligada ao comércio e à cidade de Gades) e outra mais interior. Ao passo que a Lusitânia mediterranizada beneficiou rapidamente do uso generalizado dos metais, as tribos mais continentais eram bastante mais primitivas, mantendo ainda alguns dos traços da antiga civilização lítica. Spanish graphics from www.MyOnda.comA
CLÁSSICA
CINEMA
ASTRONOMIA
HISTÓRIA PORTUGUESA E MUNDIAL
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JOY DIVISION BAUHAUS SISTERS OF MERCY MISSION CLAN OF XYMOX SIOUXIE AND THE BANSHEES FIELDS OF NEPHILIN THE LORDS OF THE NEW CHURCH MATA RATOS PESTE E SIDA WITHIN TEMPTATION LACRIMOSA
- O GRUPO DE AMIGOS DEPOIS DE TEREM COMIDO FEIJOADA - A BANDA LÁ DA MINHA TERRA QUANDO NÃO ESTÃO A TOCAR - A BANDA DE ENTRECOSTO COM TINTO E BROA DE LAMEGO - E MAIS ALGUMAS QUE AINDA NÃO APARECERAM
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- UMA NOITE NAS TUAS COXAS; - UM COWBOY NO DESERTO A LIMPAR O CÚ NA AREIA; - E OS PREFERIDOS SÃO TODOS AQUELES EM QUE ADORMEÇO ANTES DO FIM;
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- AS MARRADAS E CORNADAS DOS TOUROS NOS PARVOS QUE GOSTAM DE OS VER A SOFRER; - Dr. HOUSE (ESTE GAJO NA VIDA REAL DEVE SER COMPLETO); - AS BABES BOAS DO CSI; - AHHHHHHHHHHHHH... E A PUBLICIDADE TAMBÉM; PORRA M... QUE FAZ COM QUE UM GAJO SE ESQUEÇA DO FILME QUE ESTAVA A VER
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- EM BRYLE, MAS SEM VÍRGULAS E PONTOS; - O KAMASUTRA EM ÁRABE;
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AS FRASES DO PROF. DR. ANTÓNIO DE OLIVEIRA SALAZAR
1 - A garantia das liberdades essênciais permite “a tranquilidade da ordem”, que significa a paz pública.
2 - A Nação é para nós sobretudo uma entidade moral.
3 - Decididamente, decisivamente, pela Nação, por nós e …até por eles.
4 - Estado é a Nação socialmente organizada.
5 - Quem não é patriota não pode ser considerado português.
6 - Tudo pela Nação, nada contra a Nação.
PORTUGAL - DITOSA PÁTRIA MINHA AMADA
ÓH! DESTEMIDO POVO LUSITANO, QUE TE IMPUSESTE AOS ROMANOS. RESISTISTE AOS CASTELHANOS EXPULSASTE OS ÁRABES, VENCESTE BATALHAS AOS ESPANHÓIS E UNISTE UM TERRITÓRIO A QUE DESTE O NOME DE PORTUGAL.
AVENTURASTE-TE EM CARAVELAS POR OCEANOS LONGÍNQUOS, VENCESTE VENTOS E MARÉS, ENCONTRASTE POVOS DESCONHECIDOS, DESTE A CONHECER A ESTAS GENTES QUE OS POVOS DEVEM SER UNIDOS.
TUA HISTÓRIA TEM SIDO ABAFADA POR OUTROS PAÍSES QUE TE SEGUIRAM APAGANDO TEUS NAVEGADORES E COLOCANDO O ACASO DE COLOMBO COMO O GRANDE DESCOBRIDOR.
QUEM NÃO É IGNORANTE NÃO SE DEIXARÁ ILUDIR POR PROPAGANDA TÃO ULTRAJANTE QUE LHES QUEREM INCUTIR.
CAMÕES DEIXOU BEM ESCRITO A EPOPEIA DO TEU POVO, QUEM QUISER TODA A VERDADE DEVE-O TORNAR A LER DE NOVO, PROMETEMOS-TE POVO LUSO, RESTITUIR O MÉRITO E A VITÓRIA E CONTAR A VERDADE AO MUNDO, CONTRA OS QUE TE QUISERAM FAZER MA,L RECORDANDO A TUA HISTÓRIA EM NOME DE PORTUGAL.
POR ARTUR LIMMA
CONCEITO DE PÁTRIA, A BANDEIRA NACIONAL E O HINO NACIONAL
PÁTRIA
“Pátria”, etimologicamente, significa a terra dos antepassados (“terra patrum”), no sentido real é a nação enquanto objecto de amor e de devoção na consciência colectiva.
São elementos da “Pátria”: - terra; - pessoas; - elementos espirituais.
Uma pátria não é apenas uma comunidade, mas sobretudo uma continuidade histórica, que engloba dois factores determinantes: o território e a sucessão de gerações. Nem todas as nações se podem considerar rigorosamente pátrias. Uma nação nómada ou dispersa pelo mundo, rigorosamente não é uma pátria, mas somente aquela que habita uma certa região do globo. Pátria é assim o meio físico que serve de moldura à nossa vida, a paisagem onde ela se desenrola com todas as alegrias e sofrimentos, o palco onde se joga, do berço ao túmulo, o nosso destino de homens - onde nascemos, onde crescemos, onde trabalhamos e amamos, onde morremos. Pátria é a terra já trabalhada, já habitada pelos nossos maiores, onde cada geração que passou deixou aí o vestígio de uma transformação qualquer: campos que lavrou, casas e monumentos que edificou, estradas que abriu, etc. BANDEIRA NACIONAL
A Bandeira Nacional é o símbolo da Pátria. A Bandeira Portuguesa não foi sempre a mesma ao longo da história pátria. A evolução da nossa bandeira está intimamente ligada à evolução do “escudo de armas” dos reis de Portugal. Com a implementação da República, a bandeira da monarquia é substituída, pela Comissão nomeada pelo “Diário do Governo” (15-10-1910) para apresentar o projecto, por uma bandeira com as cores (verde e vermelho) dos pendões hasteados na revolta de 31 de Janeiro de 1891 e na Rotunda em 5 de Outubro de 1910. Essa comissão era constituída por Abel Botelho, Columbano, João Chagas e Ladislau Pereira. O decreto de 19 de Junho de 1911, da Assembleia Nacional Constituinte, determinou: A Bandeira Nacional é bipartida verticalmente em duas cores fundamentais, verde escuro e escarlate, ficando o verde do lado da tralha. Ao centro e sobreposto à união das duas cores, terá o escudo das Armas Nacionais, orlado de branco e assentando sobre a esfera armilar manuelina, em amarelo e avivado de negro. Nas bandeiras das diferentes unidades militares, que serão talhadas em seda, a esfera armilar, em ouro, será rodeada por duas vergônteas de loureiro, também em ouro, cujas hastes se cruzam na parte inferior da esfera, ligadas por um laço branco, onde, como legenda imortal, se inscreverá o verso camoniano: “Esta é a ditosa Pátria minha amada”.
O significado atribuído às partes constitutivas:
VERDE - representa o Território da Pátria com os seus campos verdes. ESCARLATE - representa o sangue dos Portugueses que há oito séculos têm mantido Portugal independente e livre. ESFERA ARMILAR - representa o mundo que os portugueses descobriram e civilizaram, e assim a missão ecuménica de Portugal. AS QUINAS - são o desenvolvimento heráldico da primitiva cruz cristã azul do brasão de D. Afonso Henriques, Primeiro Rei de Portugal. Banda encarnada com castelos em ouro - é o escudo de D. Afonso III. Em virtude das regras heráldicas, por ter herdado o trono de seu irmão, o escudo de seu avô (a cruz azul transformada em quinas) ficou sobreposto ao seu.
A Bandeira Nacional das unidades militares é designada “Estandarte Nacional” Como símbolo da Pátria, a bandeira nacional merece todo o respeito dos cidadãos. Ela deve ser incitamento ao caminho da honra, do dever e do amor a Portugal. HINO NACIONAL
O Hino Nacional é uma composição poética e musical em honra da Nação. É um cântico patriótico, solene, destinado a exaltar a Pátria e é entoado em seu louvor. O Hino Nacional português, “ A Portuguesa”, tem letra de Henrique Lopes de Mendonça e música de Alfredo Keil. Porque é um dos símbolos da Pátria, o Hino Nacional é executado em várias cerimónias de carácter patriótico. O Hino Nacional deve ser cantado ou escutado com o máximo respeito, tendo-se por ultraje à própria Pátria a falta de consideração devida quer ao Hino Nacional, quer à bandeira do país. A música de um Hino Nacional está sempre impregnada de sentimentos patrióticos e nobres. Ao ouvi-la sente-se uma comoção indescritível, emoção que parece aumentar tanto mais quanto mais longe nos encontramos do torrão natal. Qualquer militar, mais do que outro cidadão, deve dar provas públicas de que está sempre disposto a amar, defender, sacrificar-se, respeitar e fazer respeitar a sua pátria, mesmo quando representada apenas nos seus símbolos.
DECÁLOGO DO ESTADO NOVO 1º O ESTADO NOVO REPRESENTA O ACORDO E A SÍNTESE DE TUDO O QUE É PERMANENTE E DE TUDO O QUE É NOVO, DAS TRADIÇÕES VIVAS DA PÁTRIA E DOS SEUS IMPULSOS MAIS AVANÇADOS. REPRESENTA, NUMA PALAVRA, A VANGUARDA MORAL, SOCIAL E POLÍTICA.
2º O ESTADO NOVO É A GARANTIA DA INDEPENDÊNCIA E UNIDADE DA NAÇÃO, DO EQUILÍBRIO DE TODOS OS SEUS VALORES ORGÂNICOS, DA FECUNDA ALIANÇA DE TODAS AS SUAS ENERGIAS CRIADORAS.
3º O ESTADO NOVO NÃO SE SUBORDINA A NENHUMA CLASSE. SUBORDINA PORÉM TODAS AS CLASSES À SUPREMA HARMONIA DO INTERESSE NACIONAL.
4º O ESTADO NOVO REPUDIA AS VELHAS FÓRMULAS: AUTORIDADE SEM LIBERDADE, LIBERDADE SEM AUTORIDADE E SUBSTITUI-AS POR ESTA: AUTORIDADE E LIBERDADES.
5º NO ESTADO NOVO O INDIVÍDUO EXISTE SOCIALMENTE, COMO FAZENDO PARTE DOS GRUPOS NATURAIS (FAMÍLIAS), PROFISSI, TERRITORIAIS (MUNICÍPIOS) – E É NESSA QUALIDADE QUE LHE SÃO RECONHECIDOS TODOS OS NECESSÁRIOS DIREITOS. PARA O ESTADO NOVO, NÃO HÁ DIREITOS ABSTRATOS DO HOMEM, HÁ DIREITOS CONCRETOS DO HOMEM.
6º NÃO HÁ ESTADO FORTE ONDE O PODER EXECUTIVO NÃO O É. O PARLAMENTARISMO SUBORDINAVA O GOVERNO À TIRANIA DA ASSEMBLEIA POLÍTICA, ATRAVÉS DA DITADURA IRRESPONSÁVEL E TUMULTUÁRIA DOS PARTIDOS. O ESTADO NOVO GARANTE A EXISTÊNCIA DO ESTDO FORTE, PELA SEGURANÇA, INDEPENDÊNCIA E CONTINUIDADE DA CHEFIA DO ESTADO E DO GOVERNO.
7º DENTRO DO ESTADO NOVO, A REPRESENTAÇÃO NACIONAL NÃO É DE FICÇÕES OU DE GRUPOS EFÊMEROS. É DOS ELEMENTOS REAIS E PERMANENTES DA VIDA NACIONAL: FAMÍLIAS, MUNICÍPIOS, ASOCIAÇÕES, CORPORAÇÕES, ETC.
8º TODOS OS PORTUGUESES TÊM O DIREITO A UMA VIDA LIVRE E DIGNA, MAS DEVEM SER ATENDIDOS, ANTES DE MAIS NADA, EM CONJUNTO, O DIREITO DE PORTUGAL À MESMA VIDA LIVRE E DIGNA. O BEM GERAL SUPLANTA E CONTEM O BEM INDIVIDUAL. SALAZAR DISSE: TEMOS OBRIGAÇÃO DE SACRIFICAR TUDO POR TODOS, NÃO DEVEMOS SACRIFICAR –NOS, TODOS POR ALGUNS.
9º O ESTADO NOVO QUER REINTEGRAR PORTUGAL NA SUA GRANDEZA HISTÓRICA, NA PLENITUDE DA SUA CIVILIZAÇÃO UNIVERSALISTA DE VASTO IMPÉRIO. QUER VOLTAR A FAZER DE PORTUGAL UMA DAS MAIORES POTÊNCIAS ESPIRITUAIS DO MUNDO.
10º OS INIMIGOS DO ESTADO NOVO, SÃO INIMIGOS DA NAÇÃO, AO SERVIÇO DA NAÇÃO ISTO É: DA ORDEM, DO INTERESSE COMUM E DA JUSTIÇA PARA TODOS, PODE E DEVE SER USADA A FORÇA, QUE REALIZA NESTE CASO, A LEGÍTIMA DEFESA DA PÁTRIA.
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Journal
As seguintes afirmações foram retiradas de diversas provas globais: SEMPRE QUE LEIO ESTAS RESPOSTAS NÃO PARO DE ME RIR.
*Biologia*
1 - 'A respiração anaeróbia é a respiração sem ar que não deve passar de três minutos.' (Queria ver o artista a experimentar)
2 - As plantas distinguem-se dos animais por só respirarem à noite.' (E tu enquadras-te em que categoria? A julgar pela falta de oxigénio no Cérebro deve ser na 1ª, não?)
3 - Os crustáceos fora de água respiram como podem.' (É como a resposta: respondeu como pôde...)
4 - Carácter sexual secundário são as modificações morfológicas sofridas por um indivíduo após manter relações sexuais.' (Deves ser cá um leão na cama!)
5 - A insónia consiste em dormir ao contrário. (Eu é que te viro ao contrário, sua anta!)
6 - Quando um animal irracional não tem água para beber, só sobrevive se for empalhado.' (Por essa ordem de ideias, já há algum tempo que não deves ter nada para beber...)
7 - O coração é o único órgão que não deixa de funcionar 24 horas por dia.' (Pois, e os outros vão todos prós copos, seu maluco!)
8 - Os ruminantes distinguem-se dos outros animais porque o que comem, comem duas vezes.' (Este fala por experiência própria, com certeza!)
9 - As aves têm na boca um dente chamado bico.' (Tu é que precisavas de levar um bico nessa boca!)
10 - O Sol dá-nos luz, calor e turistas.' (E gajas, esqueceste-te das gajas!)
11 - A principal função da raiz é enterrar-se.' (Já te enterraste e bem ..)
12 - O vento é uma imensa quantidade de ar.' (E ar é o que não falta dentro dessa cabecinha!)
*História*
1 - O objectivo de uma Sociedade Anónima é ter muitas fabricas desconhecidas. (E a sociedade por quotas é constituída por pessoas com alguma idade, certo?)
2 - Na Grécia a democracia funcionava muito bem porque os que não estavam de acordo envenenavam-se.' (Se te envenenasses também não se perdia nada!!)
3 - As múmias tinham um profundo conhecimento de anatomia. (Eram muitos espertas, as múmias!)
4 - A arquitectura gótica notabilizou-se por fazer edifícios verticais.' (Bem visto, nunca tinha reparado nisso!)
5 - A febre amarela foi trazida da China por Marco Polo. (E a febre tifóide, terá vindo da Tifolândia?)
6 - A harpa é uma asa que toca. (Tu é que podias bater as asinhas e ir cantar para outra freguesia...)
7 - Péricles foi o principal ditador da democracia Grega. (Ou terá sido o principal democrata da ditadura Grega?!)
8 - Os Egípcios antigos desenvolveram a arte funerária para que os mortos pudessem viver melhor. (E resultou! Basta ver o ar de felicidade das múmias, quando saem da pirâmide para dar uma volta...)
*Geografia *
1 - O petróleo apareceu há muitos séculos, numa época em que os peixes afogavam-se dentro de água.' (E em que século é que uma ave rara como tu apareceu?)
2 - O problema fundamental do terceiro mundo é a superabundância de necessidades. (E o teu problema é a superabundância de estupidez!)
*Geologia* 1 - Terramoto é um pequeno movimento de terras não cultivadas. (Sim, porque as terras cultivadas não se metem nisso!)
* Química* 1 - Lavoisier foi guilhotinado por ter inventado o oxigénio. (Um gajo já não pode ser bom!...)
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HEHEHEHEHE
UM RESTO DE BOM FI-DE-SEMANA...
ABRAÇOS