Contemplo a Lua estranhamente calada e no brilho das estrelas que riscam o céu procuro uma centelha de imaginação. Vasculho na nostalgia da noite escura uma ideia mais audaz, que me permita soltar os desejos e entregar à caneta, os momentos que fervilham no quarto escondido das minhas loucuras.
Atraso o relógio, acrescendo dias que não existem ao calendário das minhas fantasias, e sento-me, na indecisão de permitir que o tempo escreva a minha história, com as memórias que ainda não vivi.
Se fui parva em acreditar, em sonhar, em viver em Ilusões (?) Peço imensas desculpas, mas eu continuarei a ser parva sempre, não vou baixar os braços, não vou desistir.
A minha força é maior que as incertezas!
Vencerei ou perderei, mas nunca será um erro!