O poeta é um fingidor. Finge tão completamente Que chega a fingir que é dor A dor que deveras sente. E os que leem o que escreve, Na dor lida sentem bem, Não as duas que ele teve, Mas só a que eles não têm. E assim nas calhas de roda Gira a entreter a razão, Esse comboio de corda que se chama o coração.
Embora o pano de fundo seja muito branco e deslavado, o Bespong é muito simpático e afectivo. No entanto a minha amiga Fátima tem qualidades invulgares que fazem dela um raio de sol em dia de inverno que nos aquece, conforta e alegra. Gosto muito de si.