O impossível
É aquele abismo a nossos pés A vertigem que chama
Que cativa Numa doce tontura
O infinito ... Tão perto e tão longe
No limiar do equilíbrio Chama-nos
E esquecemo-nos Que tudo finda
Por momentos abrimos os braços
E acreditamos poder voar A nossos pés
A fronteira entre a terra firme
E o simples ar ...
Bom Fim de Semana Litos
A força da amizade vence todas as diferenças...
Aliás... para que diferenças se somos amigos?
Quando erramos... nos perdoamos e esquecemos
Se temos defeitos... não nos importamos...
Trocamos segredos...
e respeitamos as divergências...
Nas horas incertas,
sempre chegamos no momento certo...
Amigos sem cor... sem sexo... sem idade...
Amigo é só amigo...
Nos amparamos...nos defendemos...
sem pedir...
fazemos porque nos sentimos felizes em fazer...
Nos reverenciamos... adoramos... idolatramos... apreciamos... admiramos.
Nos mostramos amigos de verdade,
quando dizemos o que temos a dizer...
Nos aceitamos , sem querer mudanças...
Estamos sempre presente,
não só nos momentos de alegria,
compartilhando prazeres,
mas principalmente nos momentos mais difíceis...
Não tiramos a liberdade...
não sufocamos... não forçamos nossa presença...
Estamos perto quando de nós necessitam...
e ao nos afastarmos ,
respeitamos sempre a individualidade alheia.
A amizade não se força...
Mas tem uma força
que se intensifica a cada instante...
É dessa maneira que sou teu amigo!!!
---------Have a nice weekend-----------
You only see what your eyes want to see
How can life be what you want it to be
You're frozen
When your heart's not open
You're so consumed with how much you get
You waste your time with hate and regret
You're broken
When your heart's not open
Mmmm if I could melt your heart
Mmmm we'd never be apart
Mmmm give yourself to me
Mmmm you hold the key
Now there's no point in placing the blame
And you should know I suffer the same
If I lose you
My heart will be broken
Love is a bird, she needs to fly
Let all the hurt inside of you die
You're frozen
When your heart's not open
Se me ponho a cismar em outras eras
Em que ri e cantei, em que era querido, Parece-me que foi noutras esferas,
Parece-me que foi numa outra vida... E a minha triste boca dolorida,
Que dantes tinha o rir das primaveras, Esbate as linhas graves e severas
E cai num abandono de esquecido! E fico, pensativo, olhando o vago...
Toma a brandura plácida dum lago
O meu rosto de monja de marfim... E as lágrimas que choro, branco e calmo,
Ninguém as vê brotar dentro da alma!
Ninguém as vê cair dentro de mim!