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O E. Amadora continua sem perder em casa, 1-0. O Trofense, com Tulipa a sentar-se pela primeira vez no banco, não conseguiu qualquer ponto nem qualquer golo e sofreu mais um. No entanto, parece que o conjunto da Trofa ganhou, sobretudo, atitude. O jogo foi fraco e o empate ajustava-se mais ao que se passou em campo.
Esperava-se mais do Estrela da Amadora, que deveria estar moralizado por uma vitória frente ao líder da Liga (Nacional). A verdade é que a equipa orientada por Lito Vidigal acabou por desiludir ao jogar «a passo» frente ao último classificado do campeonato. O Trofense mudou de treinador e até se notaram algumas diferenças, nomeadamente a nível táctico, com Tulipa a apostar num 4x4x2 (em losango).
A primeira parte foi fraca. O futebol não teve qualidade e as equipas não proporcionaram emoções fortes, aos poucos espectadores que vestiram as bancadas da Reboleira (não seriam mais de mil). O encontro foi equilibrado, na maior parte do tempo, ainda que o conjunto visitante tenha apresentado um leve ascendente a meio do primeiro tempo. Nada que assustasse.
Ocasiões de golo, ou de registo, três. Pinheiro entrou muito bem, pela direita, e rematou forte e cruzado para a defesa de Nélson, aos 22 minutos. Dez minutos depois foi a vez de Paulo Lopes brilhar, ao travar o remate traiçoeiro de Celestino, na cobrança de um livre. Boa jogada do Trofense, aos 36 minutos, com Mércio a entrar bem pela esquerda. O 77 da Trofa tirou Nuno André da frente e deu para Zé Carlos, que rematou para a defesa de Nélson.
Na segunda parte, os tricolores entraram a atacar, mas depressa desaceleraram e deixaram que o adversário voltasse a equilibrar as contas. O encontro jogou-se a ritmo lento e quase nunca pelas laterais. Uma consequência do sistema táctico adoptado pelos dois treinadores e que levou os jogadores a «afunilarem» muito o jogo.
Aos 62 minutos surgiu o único golo da partida. Varela, finalmente, apareceu bem na partida. Recuperou a bola junto à área dos tricolores e lançou o ataque. Depois apareceu na esquerda para cruzar para a entrada de NDiaye (que tinha entrado quatro minutos antes). O senegalês cabeceou para o fundo das redes de Paulo Lopes e Lito Vidigal acabou por ser recompensado pela mexida na equipa.
Até ao final do encontro, o Trofense bem tentou igualar, mas esbarrou contra a defesa tricolor, que fechou bem os caminhos. A formação da casa esteve perto do segundo golo, através de Varela, mas seria um castigo demasiado pesado para o conjunto de Tulipa.
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Interests
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Tulipa, treinador do Trofense na sua estreia no banco da equipa da Trofa «Não era o resultado esperado, mas a atitude e a qualidade dos jogadores fazem prever que vamos conseguir o que queremos, pontos. Às vezes jogos pedem concentração total. Uma acção ofensiva nossa acabou em golo adversário e não pode acontecer. Nesta fase isso não pode acontecer. Fomos penalizados por uma boa acção de ataque rápido adversário. Não me agradou o resultado, mas não posso apontar nada ao empenho dos jogadores. Gostei da atitude da equipa. Pelo que conhecíamos do adversário, poderíamos levar pontos, mas não foi possível. Não foi por não termos oportunidades... O jogo decidiu-se naquele pormenor e eles souberam gerir bem.»
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A fundação do Clube Desportivo Trofense data de 1927. A actividade desportiva iniciou-se nos terrenos do actual Parque da Nossa Sr.ª das Dores, em 1927, tendo o recinto de jogos sido baptizado de “Campo da Capela”
A partir de Março de 1929, este recinto começou a ser utilizado pelo recém criado “Sporting Club da Trofa” que ali disputou o seu primeiro desafio de futebol, frente ao Sporting Club Tirsense, vencendo este pelo score de 6-3. Os jogos oficiais estavam vetados ao “Sporting Club da Trofa” por este agrupamento não possuir parque de jogos. Porém, esta situação foi ultrapassada no ano de 1930 com a construção do Campo do Catulo, inaugurado no dia 12 de Outubro, e com a sua filiação à Associação Futebol do Porto, um mês antes, com denominação atual.
No dia 12 de Outubro de 1930 iniciou-se a 2ª fase da história do clube, com a inauguração do parque de jogos do Catulo. Na solene inauguração do campo, o Trofense teve como adversário o Fluvial Vilacondense, vencendo pelo “score” de 5-2 sobre as ordens do treinador Júlio Cardoso. Ao final da época 30/31, a equipa conquistou o título de campeã do concelho de Santo Tirso, porém sem ascender no campeonato distrital da AFP, uma vez que não obteve a pontuação necessária no torneio inter-campeões concelhios.
Em 1933, a colectividade entra em declínio, com os jogadores e a massa associativa a desinteressarem-se pelo desporto. Os primeiros não aparecem aos treinos e os assistentes comparecem no campo em número reduzido. Nem as competições desportivas, traduzidas na sua maioria por vitórias, ajudaram a libertar a colectividade da crise que a minava. Em 1934, o Clube Desportivo Trofense conseguiu pela terceira vez vencer o campeonato do concelho.
Sem parque de jogos, por falta de pagamento de renda, sem massa associativa e sem atletas o Trofense suspende a prática desportiva a nível concelhio e promocionário, não inscrevendo a sua equipa nos campeonatos a partir da época de 35/36. Esta situação manteve-se por cerca de 15 anos, porém, nete tempo, a prática desportiva não deixou de prosseguir, graças a Américo Campos e um punhado de desportistas.
Em 1950, no dia 24 de Dezembro é inaugurado o actual parque de jogos; desde então, até á época 01/02, o Trofense tem vindo a disputar os campeonatos regularmente, cumprindo o calendário anual.
[editar] Diferendo Varzim-Trofense” No Verão quente de 1993, a Trofa viveu tempos difíceis, tendo os populares revoltado-se contra a decisão do Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol. Uma vez, que este havia determinado que o jogo Varzim x Trofense tinha de ser repetido. O jogo já se tinha realizado em Marco de Canavezes, por interdição do estádio do Varzim, após decisão do mesmo órgão da Federação, quando o Trofense havia vencido por 1 x 0.
Com a reprovação da proposta de alargamento da 2ª divisão B e a não restituição ao Varzim dos pontos perdidos pela desclassificação do Valpaços, o Varzim encontrava-se no final do campeonato num lugar de despromoção e assim iria jogar na próxima temporada na 3ª divisão. Mas, não se sabe o porquê e como, a 1ª secção do Conselho de Justiça deu provimento do recurso do Varzim e mandou repetir o jogo na Póvoa. É de referir que, neste jogo, que o Conselho de Justiça mandou repetir, o vencedor ficaria no mesmo escalão e o derrotado iria disputar a 3ª divisão. Após as manifestações na Trofa, Porto (Associação Futebol do Porto) e Lisboa (Federação Portuguesa de Futebol) o Conselho de Justiça dá como reprovado o recurso que o Clube Desportivo Trofense apresentou, considerando este último a repetição do jogo ilegal. Os sócios em assembleia geral decidem a não comparência do Trofense no jogo da Póvoa e assim disputar a 3ª divisão, série B na época seguinte. Na assembleia geral obtiveram-se os seguintes resultados: - votos entrados 612; Sim á 3ª divisão 429; Sim á 2ª divisão 183.
Destaca-se em todo este processo os violentos confrontos dos populares com Guarda Nacional Republicana, sendo o ponto alto destes confrontos uma assembleia geral do Clube na qual se decidia a comparência ou não ao jogo da Póvoa, no quartel dos Bombeiros Voluntários de Trofa[1]
[editar] Futebol
[editar] Cronologia 1927 - Jovens trofenses começam a jogar futebol no "Campo da Capela"; 1929 - Criação do "Sporting Club da Trofa"; Setembro de 1930 - Filiação do Clube Desportivo Trofense; 12 de Outubro de 1930 - Inauguração do Campo do Catulo; 1930/31 - Campeão do concelho de Santo Tirso; 1935/36 - Encerramento das actividades da colectividade; 10 de Outubro de 1950 - Alvará de novo parque desportivo pelo Ministério da Educação; 24 de Dezembro de 1950 - Ressurgimento do clube com inauguração do actual porque desportivo; 25 de Janeiro de 1951 - Aprovação de estatutos pela assembleia-geral da colectividade; 1965/66 - Trofense campeão da 3.ª Divisão distrital, ascendendo à 2.ª Divisão Distrital; 1977/78 - Trofense campeão da 2.ª Disisão distrital, ascendendo à 1.ª Divisão Distrital; 1983/84 - Trofense sobe à 3.ª Divisão Nacional; 1985/86 - Trofense sobe à 2.ª Divisão Nacional; 1987 - Trofense considerado pessoa colectiva de utilidade publica por decreto-lei 460/77 do Diário da República de 23 de Setembro; 1990/91 - Trofense desce à 3.ª Divisão Nacional; 1992/93 - Trofense campeão Nacional da 3ª Divisão; 1993/94 - Trofense desce à 3.ª Divisão, atacado pelo sistema, graças ao "Caso Varzim"; 1996/97 - Trofense sobe à 2.ª Divisão B Zona Norte 1997/98 - Trofense consegue terceiro lugar na 2.ª Divisão B Zona Norte; 2000/01 - Trofense desce à 3.ª Divisão Nacional; 2002/03 - Trofense regressa à 2.ª Divisão Nacional; 2005/06 - Trofense garante Subida à Liga de Honra; 2006/07 - Trofense obtém o 11º lugar na liga de Honra; 2007/08 - Trofense campeão Nacional da Liga de Honra e conquista lugar entre os grandes do futebol portugues.
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Journal
O Trofense conseguiu esta quarta-feira a primeira vitória oficial da época, ao receber e vencer a União de Leiria, da Liga de Honra, por 1-0, em encontro da segunda jornada do Grupo D da Taça da Liga em futebol.Após quatro derrotas em jogos oficiais, o central brasileiro Valdomiro, aos 32 minutos, apontou o golo que fez vibrar as bancadas do estádio do Trofense, no primeiro jogo do clube da Trofa sem o treinador António Conceição. Sob o comando interino de Carlos Duarte "Shéu", até aqui secretário técnico do clube, os jogadores locais entraram com mais vontade de resolver a partida. Jogo do Estádio do CD Trofense, na Trofa. Trofense - União de Leiria, 1-0. Ao intervalo: 1-0. Marcador: 1-0, Valdomiro, 32 minutos.
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avraxuz e boa sorte