About Me
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Personalidade do Sagitário:
Os Sagitários são desastrados. Metem sempre o pé na argola. Não conseguem evitar serem brutalmente honestos. Não querem magoar-nos, simplesmente dizem-no exactamente como é.
AMIZADE Estão sempre à procura de novos horizontes. Fazem amigos onde quer que vão. Se conseguirmos acompanhá-los, estar com eles é o máximo.
AMOR Nenhum Sagitário actuará com qualquer tipo de restrições na liberdade pessoal. Tentem pregar um ao chão, e vejam-nos fugir para a Terra do Nunca. Não se querem comprometer e o casamento não faz parte da sua lista de preferências. Gostam de pessoas inteligentes e sempre a postos. Alguém que seja um companheiro de viagem, e um amante. Adoram aventuras, seduções e por vezes enganam. Quando o fazem, a sua honestidade assume o controlo, e dizem-nos a verdade.
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Interests
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Viver cada dia como se fosse o último... porque até pode ser!
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Favorite Music
Clã (desde sempre) Love is a losing game - Amy Winehouse Por uma noite - Klepht the blower's daughter - Damien Rice
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Favorite Movies
Romeu e Julieta Cidade dos Anjos A vida é bela vanilla sky le fabuleux destin d'amelie poulan Closer Trafic The Pursuit of Happyness
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Favorite TV Shows
Friends Grey's Anatomy CSI LOST PRISON BREAK
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Favorite Books
Sonetos da Florbela Espanca A pérola Recordação de Viagem O segredo As palavras que nunca te direi Gosto de ti, mas... Fazes-me falta
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Favorite Quote
Quem Morre? de Pablo Neruda
Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajectos, quem não muda de marca, não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o negro sobre o branco e os pontos sobre os "is" em detrimento de um redemoinho de emoções, justamente as que resgatam o brilho dos olhos, sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, quem não se permite pelo menos uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente quem destrói o seu amor-próprio, quem não se deixa ajudar. Morre lentamente, quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante.
Morre lentamente, quem abandona um projecto antes de iniciá-lo, não pergunta sobre um assunto que desconhece ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior que o simples fato de respirar. Somente a perseverança fará com que conquistemos um estágio esplêndido de felicidade.
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Journal
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Há coisas estranhas que acontecem na nossa vida e que por vezes só percebemos anos depois...
Eu descendo de uma família pobre, como todos os meus amigos chegados sabem, e sem possibilidades de me pagar estudos superiores, e tal como aconteceu ao meu irmão eu pensava que quando acabasse a escola preparatória (9 ano) iria trabalhar numa coisa qualquer para ganhar dinheiro para me sustentar e ajudar a minha mãe.
Quando andava no 7.º ano surgiu a oportunidade de ir para França trabalhar e, visto que não teria possibilidade de estudar, sair no 7.º ou no 9.º era basicamente a mesma coisa. Então abandonei a escola e fui para França. Isto é uma história comprida e complicada mas basicamente estava lá há quase 10 meses (a ser explorada) e a minha madrinha, a quem agradeço muito, atribuiu-me a mim as culpas por um erro que ela cometeu com uma das minhas primas (com a qual estava a morar na altura) isto gerou uma série de conflitos por lá. Posso dizer que a semana que demorou a eu ter bilhetes para regressar para Portugal foi longa e que fui verbalmente muito mal tratada. Para mim foi uma situação impressionante e traumatizante principalmente porque me estavam a atribuir as culpas de uma coisa que não tinha nada a ver comigo e que eu não conseguiria provar nunca. Senti-me muito mal e durante muito tempo considerei-a a pior semana da minha vida. Passaram-se 15 anos entretanto e hoje sei que foi a melhor coisa que me poderia acontecer naquela altura… Regressei para Portugal e comecei a trabalhar nas ferias e ao fim de semana, acabei a preparatória, fui para o secundário e acabei com média de 15, entrei em engenharia civil e acabei a licenciatura em 5 anos tudo isto por mérito próprio, trabalho honesto e a ajuda de algumas pessoas (principalmente o Pedro, o meu irmão a quem devo muito e o Rui – o meu obrigado) Resumindo e concluindo a minha madrinha no fundo é a principal responsável por eu hoje ser Engenheira Civil… A vida é muito engraçada por vezes… Só espero que as dificuldades do momento sejam tão produtivas como estas do passado.
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tb nao dês noticias q nao faz falta. . .
um dia destes temos q falar.
bjinhos