About Me
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A Daniela Major é, acreditem ou não, uma miúda de 15 anos que ao contrário das pessoas da sua idade tem a mania que tem opiniões sobre tudo e mais alguma coisa. Gosta de dizer que é de Direita, mas depende da disposição com que acorda. Gosta de ler, e especialmente gosta de ser do contra.
Anda numa escola Pública, sendo que o seu grande sonho é viver no prédio que fica em frente a Westminster e apanhar todos os dias o comboio para Oxford onde trabalha como professora no Balliol College. É uma autêntica anglófila. Para alcançar este sonho tem que tirar o curso de Direito cá e depois ir-se imeditamente embora para Inglaterra para fazer estudar no dito Baillie College.
Tem fortes opiniões no que respeita à política (entre outros assuntos) e já se quis filiar no PSD, mas depois passou-lhe. Além disso, acredita firmemente que é a única pessoa em Portugal que não gosta do C. Ronaldo. Tem vários amigos e família que a obrigam a ser uma pessoa decente.
E cá está o blog onde normalmente expõe as suas famosas opiniões: camaradoslordes.blogspot.com
English version
I´m awful person. Really. I hate stupid people and I think that lack of inteligence should be a sin.
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Interests
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Gosto de ler, estar com a familia e amigos, ouvir musica, ir ao teatro e cinema, estar na net, fazer Tenis (desporto em geral), politica, gosto de Historia, gosto do Sim sr Ministro, gosto do Sir Humphrey gosto de ter conversas construtivas com gente inteligente etc... Etc...quer dizer: Gosto por exemplo de dizer mal de comunistas e do Socrates...ah e gosto de nao fazer nada..
I love read, be with my friends and family, listen music, computer, politics, play cards, Yes, Minister, britcom, Harry Potter etc, speaking against the goverment...
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Favorite Movies
- Perfume de mulher ( Scent of Woman) - A Casa da Russia ( The Russian House) - O Tigre e a Neve ( The tiger and the Snow) - A vida é bela (The life´s beautiful) - O Fantama da Opera ( The Phanthom of the Opera) - Bolo de Neve (Snow Cake) - A lista de Shindler (Shindler´s List)
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Favorite TV Shows
- Sim senhor Ministro (Yes Minister!) - Britcom. Blackadder, Allo Allo, Fawlty Towers, Monty Python etc... - Dr House - Friends! - Gato Fedorento - My Family - EMRS
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Favorite Books
- Mafalda de Quino - Memoria das minhas putas tristes De G.G.Marquez - Ninguem escreve ao coronel de G.G.Marquez - Notre Dame de Paris de Victor Hugo - O retrato de Dorian Gray - Oscar Wilde - Cem anos de Solidao - G.G.Marquez - Mandela, meu amigo, meu prisioneiro - James Gregory - E claro os livros do Harry Potter
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Favorite Quote
"Never give in — never, never, never, never, in nothing great or small, large or petty, never give in, except to convictions of honour and good sense" - Winston Churchill
"A career in politics is no preparation for government." - Sir Humphrey Appleby (And it say it all...)
" Perder a batalha ensina-nos a ganhar a guerra" - Nathan Templeton
" O que tiver de vir vira, e quando vier nos estaremos preparados para enfrentar isso" - Hagrid
As long as you belive it´s real - LE TO SS.
"If you can dream, you can do"- Walt Disney.
Embora a sua vida social seja indubitavelmente fascinante, Miss Granger - Disse uma voz glacial atrás deles - Eu tenho de lhe pedir que nao a discutam nao minha aula. Dez pontos a menos para os Gryffindors - Voz Glacial
-After all this time - Ask Dumbledore - ALWAYS - Said Snape.
Quando os diabos querem dar corpos aos mais nefandos crimes, celestial aparência lhes emprestam". - Acto II - Cena III: Iago, Othello
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Journal
Do Amor Enquanto Pirosice: curto ensaio O amor é uma pirosice. Não uma pirosice kitsch, caso em que seria cool e dotado de uma certa classe, mas sim uma pirosice – desculpe-se-me a redundância, “pirosa” e fatela (“fatela” também é uma palavra pirosa como o caraças!). Se houvesse uma lei a punir atentados de pirosice - e infelizmente não há -, os enamorados seriam os primeiros a ir a tribunal, juntamente com o novo penteado do Miguel Veloso e as orelhas de abano do José Rodrigues dos Santos. Se pensam que estou a exagerar, questiono: quem nunca se sentiu enojado e, até, atingido na sua compostura, ao passar por um casal de apaixonados? Eu já, e tenho certeza de não ser o único! Observar, mesmo que por breves segundos, um casalinho a soltar suspirinhos, dar miminhos, abracinhos e beijinhos, trocar carinhos e conversazinhas sempre com os termos no diminutivozinho (amorzinho(a), lindinho(a), fofinho(a), etceterazinho…) tem o mesmo efeito que engolir uma garrafa de litro e meio cheia até ao cimo com óleo de fígado de bacalhau: fica-se automaticamente com vontade de correr até à casa de banho mais próxima para esvaziar o estômago.
No fundo, o amor é uma autêntica gesamtkunstwerk da piroseira: exibe lamechice a torto e a direito, áudio-visualmente, espalha sentimentalismo sem sequer pedir licença, faz-se acompanhar de uma imagética que é do mais reles possível (ele é – e sempre no diminutivo, claro – as florzinhas, as borboletazinhas, os passarinhos, as corzinhas do arco-írizinho, mais um longo etceterazinho…) e, mais nefasto ainda, provoca efeminização: às gajas, torna-as mais “gajas” ainda (ou seja, ficam virtualmente insuportáveis), e aos gajos, torna-os mais sensíveis (ou seja, ficam virtualmente gays). Ora, ao aglutinar em si tantos elementos pirosos, o amor constitui-se em autêntico flagelo social, pois transforma pessoas activas e produtivas em coisas amorfas e apáticas, assim tipo a defesa do Sporting. E não é indivíduos desses que queremos numa sociedade moderna e dinâmica, não queremos pessoas a soltar, de 10 em 10 segundos, um “aiai, tão apaix que estou”, já que tal comportamento prejudica o bom funcionamento do mundo. E é piroso, claro está, como penso ter ficado suficientemente demonstrado.
Sendo assim, aconselho o fim imediato do “make love, not war”. Este mandamento, aliás, não passa de um devaneio hippie, e o movimento hippie foi, desde o seu início, talvez a manifestação cultural mais pirosa que jamais existiu, mais até que as músicas do Mika. Ao menos, a guerra não é pirosa. Pode ser horrível, mas pirosa, nunca. Não vemos, por exemplo, os soldados norte-americanos no Iraque a exclamar, para um shiita qualquer, “Ó meu terroristazinho, vem cá para eu te dar um tirinho”! A guerra é cool e faz de nós uns homens, mesmo que acabemos em cadáveres. Já o amor… bem, o amor chupa-nos o sangue da vida e deixa-nos iguais à Margarida Rebelo Pinto. Pirosos, portanto! Enfim… deixemo-nos disso.
Do blogue Peter of Pan
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