Dói. . . dói cada vez que penso que te foste. . que me deixaste aqui ainda com tanto para partilhar contigo, tanto para te contar, para te mostrar, tanto para me rir contigo, para cantar contigo, para te abraçar, para dizer que gosto de ti e que não há’ ninguém como tu. . .
A cada dia, a cada segundo, tu continuas como estavas antes. Continuas em tua casa ou noutro lado qualquer mas junto a mim. Não consigo pensar no que te aconteceu, nem muito menos explica-lo. mesmo quando estou em tua casa é como se andasse ‘a tua procura. Eu estou na sala e tu no quarto, em qualquer lugar, mas estás la’! penso que quando precisar de um abraço teu, pego nas chaves e vou ate’ tua casa e abraço-te, penso que se precisar de falar contigo pego no telefone e tu me vais atender. . . espero a cada dia pelo domingo porque sei que vens ca’ a casa, que me vais contar a tua semana e eu a minha, e vamos falar de tudo e de nada. Vais-me dar a mão e olhar pra mim com aquele carinho com que olhavas. E nem que não aconteça mais nada, mesmo que seja um daqeles dias banais que nada se faz, vais-te virar pra mim ao fim do dia e vais dizer ate’ amanha ou depois. Vais-me dar um beijinho já’ com saudades e eu vou sorrir pra ti como quem diz: “ és tão especial AVÓ”
eu tambem gosto mesmo muito de areia
p.s. nao foi a sério