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Uma palavra quase bizarra,
Na qual tudo se encontra,
E tudo se perde, uma fic��o
Um vicio, talvez, quem sabe...
Uma coisa incontrolavel, sim,
Nascida do nada sem o tudo,
Crescendo da noite para o dia,
Como que quem controla uma mania.
Um rasto inconcebido,
Por alguem que se perdeu,
Talvez o dia ou a noite,
Algo que ainda n�o morreu.
E como uma praia deserta,
Certamente ao por-do-sol,
Um caminho que perdido,
Encontrado e, por um caracol.
Uma rosa sem espinhos,
Que por querer, os inveja,
O estar noutro lugar,
Desfrutando uma cereja.
Uma coisa perdida, sem nexo,
Mas encontrada e controlada,
Em que os termos s�o vida,
Qual achada, qual detida.
Algo que n�o conhece verdade,
Muito menos mentira,
Mas que conhece a pessoa,
Que a faz, que se vira.
Achada foi em lugar nenhum,
Colhida por ninguem,
Por todos cobicada,
Mas por mim arrecadada.
Vigarizada para alguns,
Torturada para outros,
Mas para mim adocada,
Com uma linguagem armadilhada.
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beijito