Enfim, a vida cria o natural que cria o homem que cria a linguagem que desperta o eterno Eros da espécie que lateja em todos uma forma de ser humano e nada mais… Assim caminha a humanidade, de mãos em mãos, de pé em pé, ela busca o novo em conversas. Algo que aniquile essa coisa temente de sentir na morte o caminho da vida… Claro que o melhor seria jogar “dados com o universo” e ser imortal.
Mas se a coisa é fálica, o melhor não seria deixar os dados, para seguirmos peões no tabuleiro dos nossos próprios universos?