É no silêncio da noite...
Que encontro o meu refúgio
É no silêncio da noite...
Que me vejo como eu sou.
Na noite e no silêncio que se faz,
Falo comigo e com os meus amores.
Relembro com desdém o passado
E almejo ansiosamente o futuro.
É na noite calma, fria e serena
Que os anjos sossegam meu coração,
Inquieto e ardente por novas emoções
Nem ele mesmo, indolente como é, sabe lidar.
É assim que eu e a noite, no silêncio, nos amamos.
Ela, acalentando assaz meu pequeno coração
E eu me rendo aos seus afagos e apelos,
Para no silêncio do meu quarto, conquistar a paz.
Tambem tenho mtas saudades tuas. Mesmo juro. Quando regressar da Tailandia ligo te
alias eu tinha ligado para te dar um beijinho mas n atendeste.
Adoro te amigo. Que falta me tens feito nestes dias...